Amostra da seção 1. Sua identidade SOL EM SAGITÁRIO, ASCENDENTE EM ÁRIES – O ASTRONAUTA
De que mundo você veio, Ana? Deste é que não. Com tanto Fogo em seu mapa, sobretudo o Fogo espiritual de Júpiter, seu mundo é o da filosofia e da metafísica, das buscas distantes por outros universos coloridos, buscando uma explicação para o sentido da vida. Convém volta e meia aterrissar, caso contrário de nada adianta descobrir verdades superiores. Crendo fervorosamente no sentido da vida, pra você não existe isso de "algo que não deu certo". Todas as coisas para você fazem sentido, e o que não tiver lógica você descobre que, lá no fundo, tem. Esta fé esperançosa de que tudo no final vai dar certo deriva de um forte contato que você tem com sua divindade interior, e tudo isso gera uma personalidade entusiástica. Vale, aliás, observar que o termo "entusiasmo" vem do grego "en theos" e significa, literalmente, "deus dentro". E com "deus dentro", quem pode com você, Ana? Justamente por isso precisa tomar cuidado com o pecado da vaidade intelectual. Sagitário costuma ter respostas pra tudo, até mesmo quando não entendeu direito as perguntas. Cultivar o senso de que não se tem certeza de nada vale a pena no seu caso. O excesso de Fogo desta combinação sugere um tipo intuitivo, que vê além da forma, e que pode ter um vivo interesse por filosofia e espiritualidade, precisando tomar um forte cuidado com tendências fanáticas e comportamentos do estilo "dono da verdade", ou do tipo "eu conheço o caminho". É preciso também trabalhar a relação com o corpo, Ana, pois excesso de Fogo pode sugerir uma desconexão corporal em prol de uma inflação mental, o que termina gerando doenças.
Se eu tivesse grana, faria meu mapa astral completo.
domingo, 20 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Sobre a vida no Limbo
limbo do Lat. limbu (s. m.) orla; fímbria; rebordo; parte larga da folha; lugar onde estavam as almas dos justos falecidas antes de Cristo e para onde vão as crianças mortas sem baptismo, segundo a crença cristã;
fig.,
lugar onde se deitam as coisas sem valor; esquecimento.
Ah, sim, respeitável público, no meu caso, refiro-me à segunda concepção de limbo.
Afinal, esse ano de 2008 ainda me parece nebuloso, um enigma que demora a ser decifrado. É tão ruim não ter nada previamente definido. Ainda mais para mim... Uma pessoa essencialmente maluca, desajuizada e inconsequente. Um alvo fixo na minha frente representa meu porto seguro. Eu me sentia livre o suficiente para relaxar quando sabia o que iria me acontecer "amanhã". Mas agora, é a aura grossa da incerteza que me rodeia. Será esse o mundo dos adultos? Tomara Deus que não...
Então, aguardo minha sentença obedientemente aqui, no Limbo. A rotina é um pouco rígida, mas a gente faz um esforço e de vez em quando sai algo diferente. Só não me pergunte por "novidades". Acredite, a única agitação que se encontra por aqui está dentro da minha cabeça.
Até que essa minha estadia por essas bandas tem me rendido alguns lucros. A incessante busca por algo que dê sentido a minha existência parece estar se intensificando a cada dia. Se não achar a resposta para perguntas como "de onde viemos?" e "para onde vamos?", pelo menos ocupei minha mente com alguma coisa... Quem sabe meu QI não aumentou um ou dois pontos?
E tem sido especialmente divertido porque... não tenho obrigação alguma (com excessão das "benditas" tarefas domésticas) !! Nada de me preocupar com estudos, ou emprego, ou lugar para morar. Pelo menos essa segurança o Limbo me garante. E isso me dá tempo para assistir animes (sim, eu adoro Zatch Bell), ouvir música all the time, postar no blog, e... ah sim, dedicar-me ao mais profundo exercício do ócio!
Mas, como já disse a Madrasta da Maria, da microssérie "Hoje é dia de Maria", "o ócio é o pai do vício, e trabalho é benefício" (nunca me esqueci dessa frase!)... Então decidi que irei tentar dar uma melhorada no visual... Me cuidar, sabe? É bom. E se eu não gostar de mim, quem vai gostar, né? Aliás, estou esperando uma oportunidade para meditar. Vai que eu atinjo o nirvana, né não? E também, assim que puder, re-começo a escrever o meu tão prometido livro.
E enquanto tudo isso acontece, vou aproveitar e dar uma volta ao mundo na companhia de ninguém mais, ninguém menos que o titio gatão Zeca Camargo! Aquele livro, "A Fantástica Volta ao Mundo" é bom. Já passei da página 50. E comecei a lê-lo hoje!
Estou amadurecendo algumas idéias aqui... Em breve vocês terão mais algum conto ou alguma reflexão minha por essas bandas.
Até as próximas aventuras do Limbo. E parabéns se você leu tudinho até aqui.
fig.,
lugar onde se deitam as coisas sem valor; esquecimento.
Ah, sim, respeitável público, no meu caso, refiro-me à segunda concepção de limbo.
Afinal, esse ano de 2008 ainda me parece nebuloso, um enigma que demora a ser decifrado. É tão ruim não ter nada previamente definido. Ainda mais para mim... Uma pessoa essencialmente maluca, desajuizada e inconsequente. Um alvo fixo na minha frente representa meu porto seguro. Eu me sentia livre o suficiente para relaxar quando sabia o que iria me acontecer "amanhã". Mas agora, é a aura grossa da incerteza que me rodeia. Será esse o mundo dos adultos? Tomara Deus que não...
Então, aguardo minha sentença obedientemente aqui, no Limbo. A rotina é um pouco rígida, mas a gente faz um esforço e de vez em quando sai algo diferente. Só não me pergunte por "novidades". Acredite, a única agitação que se encontra por aqui está dentro da minha cabeça.
Até que essa minha estadia por essas bandas tem me rendido alguns lucros. A incessante busca por algo que dê sentido a minha existência parece estar se intensificando a cada dia. Se não achar a resposta para perguntas como "de onde viemos?" e "para onde vamos?", pelo menos ocupei minha mente com alguma coisa... Quem sabe meu QI não aumentou um ou dois pontos?
E tem sido especialmente divertido porque... não tenho obrigação alguma (com excessão das "benditas" tarefas domésticas) !! Nada de me preocupar com estudos, ou emprego, ou lugar para morar. Pelo menos essa segurança o Limbo me garante. E isso me dá tempo para assistir animes (sim, eu adoro Zatch Bell), ouvir música all the time, postar no blog, e... ah sim, dedicar-me ao mais profundo exercício do ócio!
Mas, como já disse a Madrasta da Maria, da microssérie "Hoje é dia de Maria", "o ócio é o pai do vício, e trabalho é benefício" (nunca me esqueci dessa frase!)... Então decidi que irei tentar dar uma melhorada no visual... Me cuidar, sabe? É bom. E se eu não gostar de mim, quem vai gostar, né? Aliás, estou esperando uma oportunidade para meditar. Vai que eu atinjo o nirvana, né não? E também, assim que puder, re-começo a escrever o meu tão prometido livro.
E enquanto tudo isso acontece, vou aproveitar e dar uma volta ao mundo na companhia de ninguém mais, ninguém menos que o titio gatão Zeca Camargo! Aquele livro, "A Fantástica Volta ao Mundo" é bom. Já passei da página 50. E comecei a lê-lo hoje!
Estou amadurecendo algumas idéias aqui... Em breve vocês terão mais algum conto ou alguma reflexão minha por essas bandas.
Até as próximas aventuras do Limbo. E parabéns se você leu tudinho até aqui.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
O mundo - Capital Inicial

Você que já esteve no céu
Foi tudo divertido pra você?
Chega a hora então de provar tudo que existe
Tire agora os sapatos jogue tudo pro alto sinta o chão
Aprender a andar descalço num mundo de asfalto e sem coração
Até que o mundo gire ao seu redor
Obrigado por passar mas estou de saída
Tem alguma coisa nova pra fazer?
Vamos lá então ter um dia diferente
Eu só quero curtir ficar a toa viver numa boa
E você quer respostas exige provas músicas novas
Até que o mundo gire ao seu redor
Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece que anda bebendo e está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido
Se eu for ligar para o que é que vão falar não faço nada
Eu procuro tentar entender
Porque eu sou tão importante pra você
Já que é bem melhor ser importante pra si mesmo
Eu não quero mudar ser mais discreto ser mais esperto
Já cansei de propostas de dar respostas e ter que darcerto
Até que o mundo gire ao meu redor
Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece que anda bebendo e está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido
Se eu for ligar para o que é que vão falar não faço nada
Sabe quando você ouve uma música e pensa "putz, foi feita pra mim!" ?
Então...
Foi tudo divertido pra você?
Chega a hora então de provar tudo que existe
Tire agora os sapatos jogue tudo pro alto sinta o chão
Aprender a andar descalço num mundo de asfalto e sem coração
Até que o mundo gire ao seu redor
Obrigado por passar mas estou de saída
Tem alguma coisa nova pra fazer?
Vamos lá então ter um dia diferente
Eu só quero curtir ficar a toa viver numa boa
E você quer respostas exige provas músicas novas
Até que o mundo gire ao seu redor
Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece que anda bebendo e está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido
Se eu for ligar para o que é que vão falar não faço nada
Eu procuro tentar entender
Porque eu sou tão importante pra você
Já que é bem melhor ser importante pra si mesmo
Eu não quero mudar ser mais discreto ser mais esperto
Já cansei de propostas de dar respostas e ter que darcerto
Até que o mundo gire ao meu redor
Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece que anda bebendo e está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido
Se eu for ligar para o que é que vão falar não faço nada
Sabe quando você ouve uma música e pensa "putz, foi feita pra mim!" ?
Então...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Impressão digital - Antonio Gedeão
Os meus olhos são uns olhos.
E é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores,
uns outros descobrem cores
do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandescente.
Inútil seguir vizinhos,
que ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
É tão bonito saber que "é tudo muito relativo". Pena que nem todos conseguem compreender isso. Ainda falta muito para que a humanidade compreenda que "uma coisa não precisa acontecer pra ser verdade". Falta aquela empolgação, aquela entrega que todo mundo tem quando é criança. Talvez a cura para as mazelas do mundo seja apenas resgatar a criança interior...
Mas o sistema exige que sejamos "adultos". Grande coisa.
Os meus olhos são uns olhos.
E é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores,
uns outros descobrem cores
do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandescente.
Inútil seguir vizinhos,
que ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
É tão bonito saber que "é tudo muito relativo". Pena que nem todos conseguem compreender isso. Ainda falta muito para que a humanidade compreenda que "uma coisa não precisa acontecer pra ser verdade". Falta aquela empolgação, aquela entrega que todo mundo tem quando é criança. Talvez a cura para as mazelas do mundo seja apenas resgatar a criança interior...
Mas o sistema exige que sejamos "adultos". Grande coisa.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Quando sai algo de onde menos se espera
O cansaço definitivamente já havia tomado conta do corpo dela. Depois de três dias longe de casa, só desejva a própria cama. Além de ter que esperar até as 23 horas para pegar o ônibus de volta para casa, a terrível perspectiva de não conseguir cumprir a promessa feita ao melhor amigo (ou seria grande amor?) tornava a espera insuportável. E como "desgraça pouca é bobagem", sua poltrona no ônibus não seria a mesma que a de sua mãe. Realmente, sentar com um estranho e não poder relaxar era tudo o que ela precisava naquele momento!
Mas o tempo não pára, e o ônibus tem horário a cumprir. Sentou-se ao lado de um rapaz meio estranho. Ele tinha o cabelo cacheado, tinha tirado o tênis e tinha colocado fones no ouvido. O ônibus começou a andar e o tal rapaz começou a se revelar. Um psicopata inescrupuloso? Um maníaco? Um tarado? Um assassino sangüinário? Um criminoso procurado mundialmente? Não, não. Um perfeito folgado. "Apenas" isso.
Aparentemente ele devia imaginar que a poltrona era pequena demais para ele. E estiva as pernas, e inclinava a poltrona. E apoiou a perna na perna dela. Pobre coitado! Antes não tivesse cometido tamanho atrevimento. Ela fulminou-o com o olhar. E teria dado 25 tiros nele de sua pistola calibre 38 - se tivesse uma, obviamente. O cara dormia como um anjo, e ela ardia de raiva quase como um demônio.
E quanto mais ela imaginava planos mirabolantes de fazer o rapaz perceber que só tinha comprado um bilhete - portanto tinha direito apenas a uma poltrona -, mais ele teimava em se esticar e se apoiar na parte mais próxima do corpo dela. Quando o ônibus estava na metade do caminho, ela ocupava apenas um terço de seu assento. E não parava de olhar indignada para sua mãe, sentada em alguma poltrona por perto.
"Ah, mas era só o que me faltava. Esse folgado... Será que a mãe dele não ensinou que temos que respeitar o espaço dos outros?? Mal-educado... Ai, que vontade de esganar esse cara!!! Arrrgghhhhh! Se eu tivesse uma machadinha cortava essa perna dele fora... Séra que ele se toca se eu der um soco na perna dele??". Esses eram os pensamentos mais gentis que dominavam a sua cabeça.
O ônibus parou em um posto de beira de estrada, e ela desceu para esticar as pernas, e reclamar do rapaz para sua mãe. Ele já tinha tirado a garota do sério.
Ela voltou ao seu lugar, e o cara ainda estava lá, sentindo-se como se estivesse no sofá de casa. O ônibus voltou a andar, e mais uma vez o rapaz apoiou a perna sobre a dela. Então, ela encheu-se de um coragem vinda sabe-se lá de onde, e mexeu com firmeza a perna, para afastar a dele.
Repentinamente, como ela jamais poderia imaginar:
- Ai, desculpa -disse o rapaz, num tom realmente amigável e sincero.
- Ah, tudo bem - babulciou ela.
Agora ela queria abrir um buraco na terra, enfiar-se nele e não sair de lá nunca mais. Como ela pode alimentar tanto ódio por uma criatura tão doce?
Incrível como o lobo "folgado" de antes virou um fofo carneirinho com um simples pedido de desculpas. Foi assim que ela descobriu o poder que meia-dúzia de palavras gentis tinha sobre sua pessoa.
Mas o tempo não pára, e o ônibus tem horário a cumprir. Sentou-se ao lado de um rapaz meio estranho. Ele tinha o cabelo cacheado, tinha tirado o tênis e tinha colocado fones no ouvido. O ônibus começou a andar e o tal rapaz começou a se revelar. Um psicopata inescrupuloso? Um maníaco? Um tarado? Um assassino sangüinário? Um criminoso procurado mundialmente? Não, não. Um perfeito folgado. "Apenas" isso.
Aparentemente ele devia imaginar que a poltrona era pequena demais para ele. E estiva as pernas, e inclinava a poltrona. E apoiou a perna na perna dela. Pobre coitado! Antes não tivesse cometido tamanho atrevimento. Ela fulminou-o com o olhar. E teria dado 25 tiros nele de sua pistola calibre 38 - se tivesse uma, obviamente. O cara dormia como um anjo, e ela ardia de raiva quase como um demônio.
E quanto mais ela imaginava planos mirabolantes de fazer o rapaz perceber que só tinha comprado um bilhete - portanto tinha direito apenas a uma poltrona -, mais ele teimava em se esticar e se apoiar na parte mais próxima do corpo dela. Quando o ônibus estava na metade do caminho, ela ocupava apenas um terço de seu assento. E não parava de olhar indignada para sua mãe, sentada em alguma poltrona por perto.
"Ah, mas era só o que me faltava. Esse folgado... Será que a mãe dele não ensinou que temos que respeitar o espaço dos outros?? Mal-educado... Ai, que vontade de esganar esse cara!!! Arrrgghhhhh! Se eu tivesse uma machadinha cortava essa perna dele fora... Séra que ele se toca se eu der um soco na perna dele??". Esses eram os pensamentos mais gentis que dominavam a sua cabeça.
O ônibus parou em um posto de beira de estrada, e ela desceu para esticar as pernas, e reclamar do rapaz para sua mãe. Ele já tinha tirado a garota do sério.
Ela voltou ao seu lugar, e o cara ainda estava lá, sentindo-se como se estivesse no sofá de casa. O ônibus voltou a andar, e mais uma vez o rapaz apoiou a perna sobre a dela. Então, ela encheu-se de um coragem vinda sabe-se lá de onde, e mexeu com firmeza a perna, para afastar a dele.
Repentinamente, como ela jamais poderia imaginar:
- Ai, desculpa -disse o rapaz, num tom realmente amigável e sincero.
- Ah, tudo bem - babulciou ela.
Agora ela queria abrir um buraco na terra, enfiar-se nele e não sair de lá nunca mais. Como ela pode alimentar tanto ódio por uma criatura tão doce?
Incrível como o lobo "folgado" de antes virou um fofo carneirinho com um simples pedido de desculpas. Foi assim que ela descobriu o poder que meia-dúzia de palavras gentis tinha sobre sua pessoa.
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