Acho que faltou alguma coisa no post de ontem.
Sinto que relatei tudo direitinho, mas nada me tira da cabeça que não ficou completo.
Então... dedicar-me-ei a "acrescentar" uma ou outra impressão sobre a experiência maravilhosa pela qual passei...
=DD
Eu acho que jamais vou conseguir traduzir em palavras o quanto me senti... feliz!
E orgulhosa do que disse. Claro que depois eu me achei meio maluca, não sei de onde tirei a coragem de dizer aquilo tudo pra ele... Mas eu disse, e a reação dele foi super receptiva!!
Como eu já disse, eu jamais mensurei o quanto aquelas palavras podem ter sido importantes para ele. Só queria que ele soubesse que eu já gostava dele antes mesmo de conhecê-lo "ao vivo e a cores"...
E foi tão bom poder falar, e perceber que ele me ouvia...
"Tipo asssssim", ele é um dos meus ídolos, né? Um dos meus heróis...
Saber que eu fiz ele se sentir feliz... Nossa! Fico sem palavras...
Saber que eu conversei com ele... Saber que ele me perguntou qual era a minha turma... E depois qual era o meu nome...
"Abro os olhos de manhã
Penso em você
Perdi a hora
Tenho tanto pra fazer
Pra lhe dizer
Eu estou só começando
E quanto mais tento acordar
Mais pareço estar sonhando
(...)
Sigo a minha caminhada
Na mochila quase nada
Só nós dois e nada mais
Mas agora tanto faz
Tudo o que deixei pra trás
No seu olhar
Restos de sol"
É, acho que tinha faltado a música. Principalmente as partes em negrito.
domingo, 25 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Felicidade que transborda...
Sabe quando você lê o que alguém escreve, e pensa "por Deus dos céus, esse cara deve ser o máximo!"??
Sabe quando você tem um ídolo??
Sabe quando você se identifica com os escritos de alguém??
Sabe quando esse alguém passa a ser seu professor??
Sabe quando você passa a admirar mais ainda esse alguém depois de conhece-lo pessoalmente??
Sabe quando você descobre que esse alguém é um gato, mesmo sendo mais velho que seu pai, e tendo filhos mais velhos que você??
Sabe quando você morre de amores por esse alguém??
Eu sei!
Foi muito legal voltar pra casa depois da minha primeira semana morando em Curitiba e fazendo cursinho no Positivo, pegar as apostilas do meu primeiro ano do Ensino Médio e descobrir que o autor da parte de física é um dos meus professores de física, e foi justamente ele quem eu achei gatíssimo!!
Eu me lembro de me divertir a bessa lendo as apostilas de física do primeiro ano... As introduções não eram impessoais, pareciam conversas, o autor parecia ser bem interessante... E por vezes parecia ser "bobo"... Do jeito que eu gosto..:P
E de repente, inesperadamente... passar a ter aulas com ele...
Maravilhoso! Admiro o professor Cordeiro em todos os sentidos... como homem (ui!), professor, autor de livros didáticos, compositor, cantor (siiim, ele ainda compõe e interpreta :p)...
E a experiência de ontem foi... formidável!
Fui tirar uma dúvida com ele na hora do intervalo... Fui a última a ser atendida, e por isso fiquei a sós com ele na salinha...
Foi muito legal estar ali, só eu e ele... A atenção dele toda voltada para mim...
E então, depois que ele acabou com minhas dúvidas, não sei de onde me veio a coragem de perguntar: "ai, posso falar uma coisa?"
Ele consentiu, meio desconfiado, acredito.
Então, lá fui eu dizer que adorava ler as apostilas de física do primeiro ano, que ele escreveu... Citei a cartinha que havia na parte que começava a falar de energia, ele disse que se lembrava...
Eu disse que pensava que o cara que escrevia aquilo deveria ser muito legal, e que agora sabia que era mesmo...
A reação dele?? Super simpático!!
Disse "que legal!", "é bom ouvir isso", "fico feliz" e coisas do tipo...
Perguntou em qual colégio eu havia estudado, citou nomes de algumas sedes do Positivo em Curitiba... Eu disse que não era de lá, que era do estado de São Paulo...
Ele quis saber a cidade, e quando eu disse "Registro, não sei se o senhor conhece", ele: "conheço, passo por lá toda semana pra ir pra Santos... o Yeso (professor de português) é de lá!". Eu: "é, eu sei, o irmão dele é meu ex-professor de português... mas é que eu não sou de Registro, sou da cidade vizinha, Juquiá" e ele: "conheço, conheço..."...
Ele perguntou-me qual era minha sala, qual era o meu nome!!
Ele me perguntou meu nome!!
O cara que eu admirava, o cara que eu com certeza daria em cima se eu fosse um pouco mais velha...
Perguntou-me meu nome!!!
Pelo contato que vejo dele com os outros alunos, não deve ser uma pergunta tão freqüente assim...
Foi bom demais vê-lo dando atenção a mim, ouvindo-me, interessado no que eu dizia, fazendo perguntas sobre mim, dizendo-se feliz por ter ouvido aquilo de mim...
Acho que fiz ele se sentir feliz naquele momento. E eu nem tinha pensado nisso. Deve ser muito bom pra um autor de livros didáticos ter seu trabalho elogiado por um aluno, e principalmente porque não foi só pelo conteúdo didático, mas pela maneira como foi escrito... Deve ser gratificante saber que pelo menos uma aluna curtia o que ele escreveu... sim, eu disse "eu gostava mais de ler a apostila que das aulas de física"... Saber que alguém se interessou em saber quem escreveu, saber que era/é admirado...
Talvez ele tenha me tratado bem por isso...
Mesmo que ele não se lembre do meu nome, acho que vai lembrar pra sempre dessa minha revelação. Acho que não deve ser comum uma situação como essa... uma aluna chegar e dizer isso, elogiar e valorizar o trabalho dele, com a emoção que eu disse, como eu disse, pelos aspectos que frisei (por ser divertido, por ser gostoso... dizer que adorava ler aquilo tudo)... acho que meus olhos brilharam!!
Acredito tê-lo feito feliz.
Foi o que ele disse.
Eu me senti mais do que feliz.
Eu me senti realizada.
Espero que ele se lembre de mim, espero que ele me cumprimente se nos cruzarmos um dia pelos corredores do colégio. Se não, tudo bem. A experiência de ontem já me basta.
É muito bom poder dizer pro seu ídolo que você o admira. Melhor ainda é ouvi-lo dizer que se sente feliz por isso. E "mais melhor" é vê-lo interessado em saber quem você é.
Quando eu voltava pra casa, ontem, sentia a felicidade transbordando, escorrendo pelos meus poros.
Venci minha timidez, e fui muito feliz!
Sabe quando você tem um ídolo??
Sabe quando você se identifica com os escritos de alguém??
Sabe quando esse alguém passa a ser seu professor??
Sabe quando você passa a admirar mais ainda esse alguém depois de conhece-lo pessoalmente??
Sabe quando você descobre que esse alguém é um gato, mesmo sendo mais velho que seu pai, e tendo filhos mais velhos que você??
Sabe quando você morre de amores por esse alguém??
Eu sei!
Foi muito legal voltar pra casa depois da minha primeira semana morando em Curitiba e fazendo cursinho no Positivo, pegar as apostilas do meu primeiro ano do Ensino Médio e descobrir que o autor da parte de física é um dos meus professores de física, e foi justamente ele quem eu achei gatíssimo!!
Eu me lembro de me divertir a bessa lendo as apostilas de física do primeiro ano... As introduções não eram impessoais, pareciam conversas, o autor parecia ser bem interessante... E por vezes parecia ser "bobo"... Do jeito que eu gosto..:P
E de repente, inesperadamente... passar a ter aulas com ele...
Maravilhoso! Admiro o professor Cordeiro em todos os sentidos... como homem (ui!), professor, autor de livros didáticos, compositor, cantor (siiim, ele ainda compõe e interpreta :p)...
E a experiência de ontem foi... formidável!
Fui tirar uma dúvida com ele na hora do intervalo... Fui a última a ser atendida, e por isso fiquei a sós com ele na salinha...
Foi muito legal estar ali, só eu e ele... A atenção dele toda voltada para mim...
E então, depois que ele acabou com minhas dúvidas, não sei de onde me veio a coragem de perguntar: "ai, posso falar uma coisa?"
Ele consentiu, meio desconfiado, acredito.
Então, lá fui eu dizer que adorava ler as apostilas de física do primeiro ano, que ele escreveu... Citei a cartinha que havia na parte que começava a falar de energia, ele disse que se lembrava...
Eu disse que pensava que o cara que escrevia aquilo deveria ser muito legal, e que agora sabia que era mesmo...
A reação dele?? Super simpático!!
Disse "que legal!", "é bom ouvir isso", "fico feliz" e coisas do tipo...
Perguntou em qual colégio eu havia estudado, citou nomes de algumas sedes do Positivo em Curitiba... Eu disse que não era de lá, que era do estado de São Paulo...
Ele quis saber a cidade, e quando eu disse "Registro, não sei se o senhor conhece", ele: "conheço, passo por lá toda semana pra ir pra Santos... o Yeso (professor de português) é de lá!". Eu: "é, eu sei, o irmão dele é meu ex-professor de português... mas é que eu não sou de Registro, sou da cidade vizinha, Juquiá" e ele: "conheço, conheço..."...
Ele perguntou-me qual era minha sala, qual era o meu nome!!
Ele me perguntou meu nome!!
O cara que eu admirava, o cara que eu com certeza daria em cima se eu fosse um pouco mais velha...
Perguntou-me meu nome!!!
Pelo contato que vejo dele com os outros alunos, não deve ser uma pergunta tão freqüente assim...
Foi bom demais vê-lo dando atenção a mim, ouvindo-me, interessado no que eu dizia, fazendo perguntas sobre mim, dizendo-se feliz por ter ouvido aquilo de mim...
Acho que fiz ele se sentir feliz naquele momento. E eu nem tinha pensado nisso. Deve ser muito bom pra um autor de livros didáticos ter seu trabalho elogiado por um aluno, e principalmente porque não foi só pelo conteúdo didático, mas pela maneira como foi escrito... Deve ser gratificante saber que pelo menos uma aluna curtia o que ele escreveu... sim, eu disse "eu gostava mais de ler a apostila que das aulas de física"... Saber que alguém se interessou em saber quem escreveu, saber que era/é admirado...
Talvez ele tenha me tratado bem por isso...
Mesmo que ele não se lembre do meu nome, acho que vai lembrar pra sempre dessa minha revelação. Acho que não deve ser comum uma situação como essa... uma aluna chegar e dizer isso, elogiar e valorizar o trabalho dele, com a emoção que eu disse, como eu disse, pelos aspectos que frisei (por ser divertido, por ser gostoso... dizer que adorava ler aquilo tudo)... acho que meus olhos brilharam!!
Acredito tê-lo feito feliz.
Foi o que ele disse.
Eu me senti mais do que feliz.
Eu me senti realizada.
Espero que ele se lembre de mim, espero que ele me cumprimente se nos cruzarmos um dia pelos corredores do colégio. Se não, tudo bem. A experiência de ontem já me basta.
É muito bom poder dizer pro seu ídolo que você o admira. Melhor ainda é ouvi-lo dizer que se sente feliz por isso. E "mais melhor" é vê-lo interessado em saber quem você é.
Quando eu voltava pra casa, ontem, sentia a felicidade transbordando, escorrendo pelos meus poros.
Venci minha timidez, e fui muito feliz!
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